O II Plaza na Moda foi muito bom! Em formato de bate-papo descontraído, as pessoas que circularam pelo shopping puderam sentar nos pufes, fazer perguntas e conversar sobre os temas apresentados cada dia. O meu tema foi Mercado de Moda Online e a palestra/debate foi intermediado pela Maria Leopoldina que é jornalista responsável pelo blog de moda do shopping Plaza e Júlia que é jornalista do Closet Online. Fora eu, as outras convidadas foram a blogueira super fofa Karol Nogueira e a scouter internacional Débora Dias. O papo fluiu que foi uma maravilha, mesmo depois da interrupção por falha do áudio que resolveu sumir no vácuo. O pessoal esperou legal a volta do audio e o papo continuou. Saca aí a cara das phynas:

Fui com franjão à lá Gaga e saltão. Não preciso dizer que rolou aquelas olhadas estranhas, perguntas idiotas daquelas sobre meu cabelo nas lojas que eu entrava e muito dedo de criança apontando. A propósito, essa é uma coisa que não tô entendendo – na minha época, se a gente apontasse o dedo pra alguém na rua, a mãe da gente só faltava decepar a nossa mão e falava horrorizada “que coisa feia! Não se aponta pras pessoas!!” – hoje as mães confirmam a atitude do rebento com algo tipo “É filho, ela tem o cabelo rosa!” É desconfortável e por sorte eu não sou uma pessoa antipática, apesar de estar achando essa atitude um absurdo, ainda consigo dar um sorrisinho tipo “que gracinha de criança, acho que vou ter uns 4 desses pestinhas – NOT!!!”
E falando em pestinhas, nesse dia no shopping vi a maior quantidade de assombrações do meu passado. Quando estou sentadinha lá pra começar minha palestra, quem aparece? A mulher do ex que foi o responsável pela minha deprê com a filhinha no colo da babá. Volta a fita: Na época ela me azucrinou um bocado porque segundo ela, um fake no orkut deixava scrap pra ela dizendo que ela tinha cabelo estirado na banha e parecia um travesti (até então eu nunca tinha reparado, num é que parece mesmo!?) então ela decidiu achar que era eu o fake. Agora pensa aí, uma criatura com depressão tendo que chupar essa manga… Então, a trav…a bonita sentou pra assistir a palestra e quando falei meu nome no microfone, vi que a expressão dela mudou completamente, pra pior. Depois levantou e sumiu, quando reapareceu, estava com uma senhora, cochichando e olhando pra mim, enquanto a senhora balançava a cabeça. Depois ela sentou e assistiu boa parte do bate-papo, escondidinha atrás do meu amigo Filipe Pimpão. Adorei! Deve ter ficado uma confusão na cabeça desse povo porque a imagem que ficou minha foi de uma louca, depressiva, chorona e desempregada. Anos depois eles dão de cara com um mulherão de cabelo pink, dona de loja, dando palestra feliz da vida no shopping mais elite da cidade. Depois do nosso bate-papo fui dar uma volta pelo shopping e ainda dei de cara com o irmão do ex e a namorada monga-sonsa que me babava horrores mas quando o namoro acabou, sumiu e num reapareceu nem depois que minha mãe ligou pra dizer que eu tava doente e precisava do apoio dela também. Não vou ser hipócrita nem bancar a aprendiz de monge tibetano, foi ótimo olhar pra esse povo, dessa vez de cima. Daí voltei pra arena de debates e conheci o Ander stylist phynésimo que ficou louco pelas minhas peças e ainda assisti uma parte da palestra do maquiador e amigo Douglas Guerra, figura engraçadissima. Quando fui saindo, vi o Ander fotografando a parede de entrada do shopping – não é que nossos nomes estavam lá estampados! Voltei pra casa realizada e com todo gás pra no domingo patinar e dar aula de patinação por 5 horas seguidas.




